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15 de junho de 2013

Qual o som da sua marca?

É incrível pensarmos o quanto somos atingidos diariamente por barulhos sonoros. Desde de que nascemos ouvimos sons, involuntariamente, que podem nos agradar ou não ao nossos ouvidos. Cada qual com seu gosto e estilo próprio, todos nós gostamos de música e somos influenciados emocionalmente por ela, mesmo que inconsciente. Percebendo isso, o music branding veio para relacionar as marcas com os sons.


Music branding é agregar estímulos sensoriais intangíveis — a música — aos elementos visuais das marcas, resultando em uma identidade sonora e proporcionando ao consumidor uma nova sensação na hora de compra.



“A extensão do nível de energia contido em cada música pode sofrer variações e, de acordo com o segmento de atuação da empresa e o ambiente pode impactar de maneira diferente nos diversos perfis de público”, esclarece. “Por isso, é fundamental montar uma estratégia específica para cada estabelecimento considerando o público consumidor, os horários de pico, a proposta de marketing e os atributos da marca”. Diz Alexandre Casanova, diretor da empresa de music branding ListenX.


Atualmente existem empresas especializadas em music branding que ajudam as marcas a identificar o público frequentador da loja e criam ou selecionam músicas para estes consumidores, deixando o sensorial dos clientes a vontade para selecionar e comprar o quanto quiser. Conheça a Listen x e a Gomus, empresas que realizam este trabalho.

E ai marujo, já conhecia este conceito?

Fonte
musicbranding.com.br
www.gomus.com.br/
www.varejista.com.br

13 de maio de 2013

Explorando novos mercados

O que uma cidade, um país e seu povo têm de mais valioso se não sua cultura? A cultura é o conjunto de atividades e modos de agir, costumes e instruções de um povo. Todos os dias, as pessoas são bombardeadas com elementos culturais que as cercam – o que vestem, o que e como comem, o que ouvem, o que falam e o que fazem. 

Mesmo com a globalização, cada região e país ainda preserva seus traços culturais únicos. Pensando nisso, as multinacionais procuram cada vez mais serem, de fato, “multi nacionais”. Tentam se adaptar às culturais locais, para que possam criar um novo espaço comercial, mesmo em lugares improváveis para aquele tipo de produto ou serviço. Isso se torna um desafio, na medida em que é necessário inovar, mas sem perder a autenticidade e consistência da marca. 



Por exemplo, como faria a Starbucks para inserir seus produtos na China, país onde o chá verde é a preferência nacional? Partindo desse princípio, a empresa inseriu no seu cardápio produtos a base de chá verde, além de doces tradicionais chineses. Tudo isso sem deixar de incentivar que o povo consumisse o café tradicional. 

Além disso, a Starbucks percebeu que deve se integrar à paisagem local e contratou até mesmo uma equipe de design para remodelar suas instalações. Enquanto nos Estados Unidos as lojas de pequeno porte dão certo – já que muita gente entra correndo a caminho do trabalho -, na China o consumidor quer espaço e sofás confortáveis para relaxar durante a tarde. 

Esse é só um exemplo de marcas que se modificam de acordo com a região em que atuam. É possível encontrar diversos outros exemplos, como o McDonald´s japonês, que vende hambúrguer de camarão, ou até mesmo o indiano, que não vende carne bovina.



10 de maio de 2013

Dooooooodle by Gooooooogle!

Resolver pesquisar algo através do Google e se deparar com um desenho diferente no lugar do logo padrão. Já aconteceu isso com você diversas vezes, não é? Sabe o que é isto? 

São os famosos “Doodles do Google”!





Antes de tudo, são denominados Doodles os rabiscos que você faz durante aquela palestra chata ou os desenhos feitos enquanto você fala no telefone com alguém. Isto é, doodles são um tipo de rascunho ou desenho mais despojado, feitos em momento de distração. E é bebendo nesta fonte que, lá no final da década de 90, o Google criou seu primeiro doodle – a fim de comemorar um festival em Nevada – não imaginando a dimensão que este ato iria tomar. A partir disso, redesenhar a logo do site foi sendo cada vez mais frequente até se tornar uma verdadeira característica da empresa. 

Como dito em seu próprio site: “Doodles são divertidas, surpreendentes e, às vezes, espontâneas mudanças feitas para o logotipo do Google a fim de celebrar feriados, aniversários e as vidas de artistas famosos, pioneiros e cientistas”. 

Em meio aos milhares (sim, milhares!) de doodles já criados pela empresa, não estão somente desenhos ou imagens, mas também jogos, vídeos e inúmeros outros feitos que possibilitam a interação com o usuário. 

Abaixo, alguns exemplos dos doodles mais famosos e criativos: 

Aniversário de 152 anos do artista Van Gogh
Aniversário de 124 anos do cientista Albert Einstein


Homenagem aos 70 anos de John Lennon 

Homenagem aos 65 anos de Freddie Mercury 


Um dos mais famosos doodles: a homenagem feita para os 96 anos do músico e compositor “Les Paul”. VEJA AQUI 


E de todos o doodles já lançados, um em especial obteve uma enorme repercussão, fazendo com que funcionários, estudantes, trabalhadores e diversas pessoas do mundo todo deixassem de lado seus compromissos para passar o dia em frente à página inicial do site. 
Em comemoração aos 70 anos do jogo PACMAN, o mais famoso doodle do google:

Clique em "Insert Coin" para jogar.





O Google também se dispõe de uma espécie de "biblioteca" onde ficam armazenados todos os doodles já criados. Você pode ter acesso clicando aqui.


6 de maio de 2013

Marca e consumidor na era digital

O mundo digital mudou não apenas os clientes, mas também a forma de fazer negócios. Com o advento da Internet, as empresas e suas marcas têm a oportunidade de se aproximar do público de uma maneira até então inédita.

A Internet, diferentemente dos meios de comunicação que a precedem - como o rádio e a televisão - possibilita que o próprio público seja gerador de conteúdo, e não apenas um receptor passivo. Com isso, os usuários, enquanto consumidores, podem comunicar-se diretamente com a empresa da qual desejam adquirir um produto, mudando até mesmo a relação hierárquica que existia anteriormente.

O consumidor nunca esteve tão exigente. Com tantas marcas, produtos e ofertas à disposição, qualquer tipo de argumentação diferente pode levá-lo a optar por um produto de uma empresa ou de outra. Por isso, as empresas encontram-se hoje em uma posição em que é necessário trazer o consumidor para perto, aproximá-lo da marca de maneira que ele encontre nela algum diferencial, algo mais do que um simples produto, mas uma experiência.

A Internet tornou-se muito mais do que apenas um meio, uma mídia, e passou a ser o ambiente principal de relacionamento, realização de atividades e de transações entre muitos indivíduos e instituições. Hoje em dia, muitas empresas estão abrindo mão de ter um site próprio e estão se direcionando unicamente para as redes sociais, justamente pelas ferramentas de comunicação direta com o público que essas redes oferecem.

Um exemplo dessa migração é a cada vez mais intensa atividade das marcas no Facebook. Tanto as empresas em ascensão quanto as já consagradas utilizam esse novo instrumento de conexão com o público. Com postagens diárias e descontraídas - até aparentemente despretensiosas - cria-se uma relação de intimidade com os consumidores, que se sentem atraídos a participar e interagir nessas novas experiências. A página do Guaraná Antarctica conta com 12 milhões de likes, muito devido à interação que propõe ao seu público:





Em 2012 foi lançada uma nova rede social, o Visib, cuja função é estreitar as relações entre empresa e consumidor. Abaixo, um vídeo que mostra as principais funções dessa nova ferramenta. A partir das explicações do vídeo é possível entender algumas das novas preocupações que estão atingindo as empresas e as marcas nessa era digital.